quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Resumo


No livro “conscientização” de Paulo Freire começa com uma breve exposição sobre a vida e a historia do autor.
O homem e sua experiência, sua formação e dedicação ao direito à educação de todos. Sua prisão sob acusação de subversão e comunismo. Seu trabalho no Nordeste, região mais pobre do país, métodos de alfabetização em massa, círculos de cultura.
No Chile, alfabetização de adultos, a ideologia da democracia – cristã, com finalidade de promover a participação efetiva da vida em sociedade. O Chile superou o problema do analfabetismo.


Alfabetização e conscientização


O homem é capaz de tomar distância para observar a “práxis humana”, ação e reflexão juntas.
Tomar consciência ainda não é conscientização. Passar da apreensão espontânea da realidade e chegarmos à esfera critica e a um objeto cognoscível, o homem assume uma posição epistemológica que transforma o homem e cria a existência com o material que a vida lhes oferece.
Conscientização e utopia, ser utópico significa ser profético e portador de esperança; se nos conscientizamos passamos a ser anunciadores e denunciadores graças ao compromisso de transformação, de tomar posse da realidade.
Quanto mais refletimos sobre a realidade mais “homens” seremos.

Ideias – Força

                1)    Educação – Reflexão, sem isso há risco de reduzir o homem a condição de objeto;
         2)    Homem como sujeito, promover sua construção, não domestica-lo, adapta-lo ou submete-lo à educação;
               3)    A reflexão e o compromisso de construir a si mesmo, para si e para os outros: desafio do homem;     
                  4)    Criar cultura: fruto da experiência humana
                  5)    O homem é fazedor de história: novos valores que se opõe aos de ontem, uma nova formulação e captação de temas em processo de realização;
                  6)    Educação em sintonia com o homem para construir e transformar o mundo.


A conscientização é o primeiro objetivo da educação, provoca crítica, reflexão e ação. É um erro tratar conscientização como preliminar da educação.

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