quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Material sobre avaliação

Professor, preparamos um material sobre avaliação especialmente para você! Aproveite! O material está dividido em três.

Equipe: Blog Ad Educatio
Material 1) O slide é bastante completo e dinâmico! Vale a pena conferir...

 Link para acesso ao material: 

https://docs.google.com/presentation/d/1b3THpMWaOyfgi6oOgYpKQT4Rb08IYAGLxLL2aQ0Pjuw/edit?usp=sharing


Material 2)  A proposta desse slide é bem legal! É uma reflexão sobre um filme, aproveite!


Link para acesso ao material: 

https://docs.google.com/presentation/d/1vEB5c5PVZzKJ7N7SYu2UBhSF7gLEx8A2bQeET3Nk8cc/edit?usp=sharing

Material 3) 

A Avaliação

Introdução

A avaliação é um instrumento fundamental para fornecer informações sobre como está sendo realizado o processo ensino-aprendizagem como um todo, tanto para o professor e a equipe escolar conhecerem e analisaram os resultados de seu trabalho como para o aluno verificar seu desempenho.
Além disso, ela deve ser essencialmente formativa, na medida em que cabe à avaliação subsidiar o trabalho pedagógico, redirecionando o processo ensino-aprendizagem para sanar dificuldades, aperfeiçoando-o constantemente. A avaliação vista como um diagnóstico continuo e dinâmico torna-se um instrumento fundamental para repensar e reformular os métodos os procedimentos e as estratégias de ensino para que realmente o aluno aprenda.
Nessa perspectiva, a avaliação deixa de ter o caráter ”classificatório” de simplesmente aferir o acúmulo de conhecimento para promover ou reter o aluno. Ela deve ser entendida pelo professor como processo de acompanhamento e compreensão dos avanços, dos limites e das dificuldades dos alunos em atingir o objetivo das atividades que participam.
Assim, o objetivo da avaliação é diagnosticar como está se dando o processo ensino-aprendizagem e coletar informações para corrigir possíveis distorções observadas nele. Por exemplo, se os resultados  da avaliação não foram satisfatório é preciso buscar as causas. Pode ser que os objetivos tenham sido superdimensionados ou que o problema esteja no conteúdo, na metodologia de ensino, nos matérias instrucionais, na própria forma de avaliar ou em algum outro aspecto. O importante é determinar os fatores do insucesso e reorientar as ações para sanar ou minimizar as causas e promover a aprendizagem do aluno. Em resumo, avalia-se para identificar os problemas e os avanços e redimensionar a ação educativa.

O que e quando avaliar?

Incidindo sobre os aspectos globais do processo ensino-aprendizado, a avaliação oferece informações sobre os objetivos, os métodos, os conteúdos, os matérias pedagógicos, os próprios procedimentos de avaliação e, se houve ou não crescimento e envolvimento do aluno em todo processo, ou até mudança de suas atitudes. Enfim, não procede mais pensar que o único avaliado é o aluno e seu desempenho cognitivo.
A ação avaliativa deve ser continua e processual, levado em conta o desempenho global do aluno, a pluralidade de dimensões, e o desenvolvimento equilibrado de atividades, vivência e convivências. Desta forma a permanência de algum aluno na sério por mais de um ano deve-se ser considerada uma situação excepcional e de modo algum uma prática escolar habitual.

Instrumentos de avaliação

O que tem sido feito usualmente é verificação do aproveitamento do aluno apenas por meio de procedimentos formais, isto é, aplicação de provas escritas no final do mês ou bimestre. É sabido que isso só não oferece todos os progressos que o aluno alcançou como: mudanças de atitude, envolvimento e crescimento no processo, avanço na capacidade de expressão oral ou na habilidade de manipular matérias pedagógicos descobrindo suas características e propriedades. Por isso, sugerem-se vários tipos de instrumentos de avaliação:
·         Acompanhamento e registro das atividades realizadas diariamente pelo aluno;
·         Provas testes e trabalhos;
·         Entrevistas e conversas informais;
·         Auto-avaliação;
·         Fichas avaliativas.



Auto-avaliação

Se pretendermos construir sujeitos autônomos, é preciso que o aluno exercite a reflexão sobre seu processo de aprendizagem e socialização. A avaliação feita pelo aluno, se bem orientada, é muito construtiva para favorecer uma análise critica de seu desempenho. Ele pode expressar-se por escrito ou oralmente: de que mais gostou ou de que menos gostou e por quê, quanto acha que aprendeu, em que teve mais dificuldade ou facilidade, o que na opinião deveria ser feito para melhorar seu desempenho, etc.

Fichas avaliativas

È importante que se tenha na escola uma ficha que revele à família, periodicamente e ao longo de todo o ano letivo, como está se desenvolvendo o processo educativo do aluno. Nessa ficha poderão constar aspectos cognitivos, dificuldade de aprendizagem, providencias tomada para sanar as dificuldades, além de aspectos afetivos, de socialização, organização, atitudes, etc.

Conclusão

Vimos assim que a avaliação é um elemento uma parte integrante do processo ensino-aprendizagem, abrangendo a atuação do professor, o desempenho do aluno e também os objetivos, funcionamento da escola e do sistema de ensino. È algo bem mais amplo do que medir quantidade de conteúdo que o aluno aprendeu em determinado período.

Portanto a avaliação deve ser compreendida como:

·         “elemento integrador entre aprendizagem e o ensino;
·         conjunto de ações cujo objetivo é o ajuste e a orientação da intervenção pedagógica para que o aluno aprenda da melhor forma;
·         conjunto de ações que busca obter informações sobre o que foi aprendido e como;
·         elemento de reflexão para o professor sobre sua prática educativa;
·         instrumento que possibilita ao aluno tomar consciência de seus avanços, dificuldades e possibilidades;
·         ação que ocorre durante todo o processo de ensino-aprendizagem e não apenas em momentos específicos caracterizados com fechamento de grande etapas de trabalho.

Avaliar a aprendizagem, portanto, implica avaliar o ensino oferecido. Se, por exemplo, não há a aprendizagem esperada significa que o ensino não cumpriu a sua finalidade: a de fazer aprender”.
( Parâmetros Curriculares Nacionais, v. 1 – Introdução. SEF/MEC – 1997 – Brasília )


Fonte : Dante, Luiz Roberto.Matemática Dante.São Paulo: Àtica,2008.



quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Estamos tendo aula sobre Avaliação!
Vimos o que significa avaliar, modos de avaliação, distinção entre prova e avaliação, já que uma prova é instrumento da avaliação e não a própria avaliação, entre outros...
Muito bacana as reflexões que o assunto traz, pois estamos vendo uma visão de avaliação nova, pelo menos para alunos que sempre tiveram na escola avaliação com algo para classificar  alunos e medir a aprendizagem. 






Blog Ad Educatio

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Resumo – Conscientização, teoria e prática da libertação: uma introdução ao pensamento de Paulo Freire

No livro Conscientização, teoria e prática da libertação: uma introdução ao pensamento de Paulo Freire nos apresenta como se originou a categoria conscientização nos escritos freireanos. O livro apresenta-se com vários participantes, incluindo Freire, que descreve sobre o início de sua trajetória histórica até seu refúgio para o exílio. A obra ainda destaca a defesa de Paulo Freire no tocante a uma prática político-pedagógica, que apresente equidade entre os educadores e os educandos na construção de um caminho mais harmônico em busca do saber.
Paulo Freire evidencia o processo de formação de uma consciência crítica em relação aos fenômenos da realidade objetiva que é apresentada por meio da interdependência entre o compromisso ético-político-social e o fazer pedagógico. A partir da leitura desta obra, é possível observar que estamos em pleno desafio de sermos indivíduos em constante mudança, para assim reinventarmos a nossa prática educativa; pois o conhecimento não se dá fora do processo de conscientização. Conhecer a conscientização de Freire não se trata apenas de conhecer a realidade e descrevê-la, mas sim, trata-se de reconhecer e modificá-la, repoblematizá-la com o intuito de superar desafios no interior da comunidade na qual aquele sujeito está inserido. Implicando, desta forma, em um compromisso com a sociedade e com nós mesmos, como sujeitos que fazem e refazem o mundo e sua própria história.
É necessário definir conscientização. Ela, a conscientização não está baseada sobre a consciência, de um lado, e o mundo, de outro; por outra parte, não pretende uma separação. Ao contrário, está baseada na relação consciência – mundo.
 A conscientização é uma categoria em que Freire evidência o processo de formação de uma consciência critica em relação aos fenômenos da realidade objetiva. Nesse sentido a transformação passa necessariamente pelo desenvolvimento coletivo de uma consciência critica sobre o real, e, portanto pela superação das formas de consciência ingênua. É importante que neste processo de conscientização os sujeitos se reconheçam no mundo e com o mundo, havendo a possibilidade de que, na transformação do mundo haja uma transformação de si mesmo. Pensando num sentido politico de conscientização de acordo com Freire, abrange a consciência de classe, como o processo pelo qual as classes desfavorecidas se reconhecem enquanto classe.
Mas, para Freire isto ainda não bastava, era necessário ir além. Era preciso uma conscientização crítica, dito de outra forma, seria um olhar diferente sobre o meio onde se esta inserido. No entanto, para que o indivíduo chegasse a essa consciência ele deveria percorrer alguns caminhos: passaria primeiro por uma tomada de consciência, mas essa ainda não seria a crítica. Pois o indivíduo ainda perceberia a realidade de uma maneira ingênua, ou seja, apresentaria um quase “incompromisso” com a existência. Por isso, neste: “[...] nível espontâneo, o homem, ao aproximar-se da realidade, faz simplesmente a experiência da realidade na qual ele está à procura (Freire, 2005, p. 30)”.
Já em um segundo momento, ele chegaria à conscientização, que seria um desenvolvimento crítico da tomada de consciência: [...] “A conscientização implica, pois, que ultrapassemos a esfera espontânea de apreensão da realidade para chegarmos a uma esfera crítica [...] (Freire,2005, p.30)”. Seria o que Paulo Freire denominou de práxis, pois esta faz com que o indivíduo esteja frente à realidade de opressão que o cerca, a saber: analfabetismo, crises políticas e sociais; aspectos que empurram o cidadão comum a uma condição subalterna diante das classes dominantes.
O desenvolvimento de tal nível de consciência acerca das relações sociais de produção que compõem a realidade objetiva é, neste sentido, a arma de luta dos oprimidos para vencerem a opressão. Diante deste arcabouço teórico, proposto pela compreensão de Paulo Freire frente à conscientização para o processo educacional, acreditamos que a formação de professores de Educação Básica também deve ser considerada um ato da “práxis educativa”. Para, assim, incitar nos participantes destes cursos o desejo de lutar não só pela liberdade dos seus alunos, mas, acima de tudo, serem agentes da sua própria liberdade enquanto educadores. Desvestindo, quem sabe definitivamente, o nosso sistema educacional da “roupagem alienada e alienante” (FREIRE, 1979, p. 36).
Por isso, que a formação do educador deve estar pautada em uma educação conscientizadora, que rompa com a ideologia de uma sociedade neoliberal. Apresentando-se como uma formação democrática em que formadores e formandos estejam em constante dialogismo. Portanto, faz-se necessário que essa contribua na construção de sujeitos críticos e autônomos sobre sua prática.
É assim que a educação, sem a qual a transformação não se faz, quando voltada diretivamente para uma prática da liberdade inclui neste processo necessariamente o desenvolvimento de uma consciência crítica em relação à liberdade que condiciona as pessoas socialmente. Neste sentido, a formação de uma consciência critica em conjunto com grupos é a condição fundamental para a transformação, ou seja, a base da sustentação para a produção de uma nova organização social onde não se negue aos seres humanos a sua razão de existir, a busca continua do vir a ser ou a busca do ser mais.
Para Freire a conscientização é tomar posse da realidade; por esta razão, e por causa da radicação utópica que a informa, é um afastamento da realidade. A conscientização produz a desmitologização. Quanto mais conscientizados nos tornamos, somos capazes de anunciar, denunciar, refletir e tomar atitudes que gerem transformação.
Dessa forma, entendemos que Paulo Freire, especialmente o livro Conscientização, teoria e prática da libertação: uma introdução ao pensamento de Paulo Freire estava totalmente convencido de que a educação precisaria ser vista como prática para a liberdade.
A aprendizagem não pode ser monolítica, verticalizada, mas, sim, praticada de forma horizontal entre o formador e o formando. Buscando coletivamente uma educação conscientizadora e libertadora. Numa troca constante de conhecimentos. É preciso que o formador crie possibilidades, para que o sujeito - que se apresenta em um nível de conhecimento “ingênuo” ultrapasse para o nível de conhecimento “crítico”- chegue, portanto, a conscientização e libertação.
Mas, mesmo atingindo certo grau conscientização ainda não poderia se dar por satisfeito. Freire (2005) nos diz que: “[...] A criação da nova realidade, tal como esta indicada na crítica precedente, não pode esgotar o processo da conscientização. A nova realidade deve tomar-se como objeto de uma reflexão crítica.” [...] (Freire, 2005.p.31) Na verdade, a cada descoberta, a cada “solução” devemos questionar: Até que ponto descobrimos uma nova realidade? A conscientização, como atitude crítica se presentará como um “circulo vicioso” jamais será terminada.
A formação de uma consciência crítica coletiva é a condição fundamental para a transformação, ou seja, a base de sustentação para a produção de uma nova organização social onde não se negue aos seres humanos a sua razão de existir: a busca constante do vir a ser, ou o ser mais.
Partindo da visão dialética da relação ser humano/mundo, ambos inacabados, Paulo freire desenvolveu sua compreensão acerca de uma Educação como Prática de Liberdade, sobre a qual, nós, seres humanos, na constante busca de sermos mais, transformamos a realidade objetiva e os efeitos desta transformação refletem-se na transformação de nós mesmos. Por isso é que Paulo Freire diz que será pelo aprofundamento de uma consciência crítica que nos conscientizaremos da realidade, sendo capazes de transformá-la, pois a consequência da conscientização é o compromisso dos seres humanos com o mundo, já que criticamente conscientes de nossa realidade de opressão, seremos capazes de realizar uma ação que vise sua superação.
Compromisso com o mundo e, portanto, também com nós mesmos, como sujeitos que fazem e refazem o mundo e assim sua própria história. Neste instante, a conscientização não se encontra mais somente na relação consciência/mundo, mas transcende, convidando-nos a assumirmos uma posição utópica frente ao mundo.
Saber que não apenas estamos no mundo, mas com o mundo e também pelo mundo; da mesma forma, que somos seres condicionados e não determinados, e que, portanto, nossa possibilidade de transformar a realidade que nos oprime e nos explora é a mesma possibilidade dialética que rege a história da humanidade e nos permite produzir novas formas de viver em sociedade. Saber que sonhar o sonho coletivo, que é um sonho acordado, real, passa pelo desejo de uma forma justa, fraterna e humana de viver em sociedade; este é o primeiro passo para a transformação social. Saber que a utopia é possível.
A conscientização, no modo como a compreendemos, é o processo de desenvolvimento de saberes verdadeiro a respeito das condições materiais nas quais os indivíduos se encontram seu papel no modo de produção, sua situação de classe. O movimento de transformação – mudança radical da forma – da prática social dos indivíduos requer primeiro, uma mudança tal em sua compreensão de mundo, que suas ideações se deem no sentido do desenvolvimento de práticas condizentes com a vocação ontológica do ser humano, que é superar sua condição desumanizadora que lhe impõem o atual modo de produção.
Os saberes hegemônicos que nossa sociedade desenvolve são saberes que dissimulam a existência das relações opressivas nas quais está ancorado o modo de produção das condições materiais de reprodução da própria sociedade. A Educação como Prática de Liberdade é, assim, o movimento contra hegemônico de produção de saberes que denuncia a luta de classes, que no sentido freireano, pronuncia o mundo para poder modificá-lo, que quer possibilitar ao indivíduo desenvolver a consciência real sobre as relações que o oprimem.
A luta de classes é, não exclusivamente, mas, sobretudo, uma luta pela consciência do proletariado, o movimento histórico da burguesia sobre a classe trabalhadora no sentido de impedir o desenvolvimento de sua consciência de classe, neutralizar a sua mais valiosa arma de luta. Quanto mais o oprimido conhecer sobre a sua situação de opressão, tanto mais lhe será possível desenvolver práticas sociais cuja consequência se materializará na forma de outro mundo possível e necessário.
Pelo exposto podemos compreender que somente nós, seres humanos, somos capazes de agir conscientemente sobre a realidade objetivada, pelo poder da ideação, que consiste em conseguirmos projetar em nosso cérebro o resultado daquilo que faremos o que nos difere dos animais, cuja prática é fruto de instintos, por se tratarem de seres de contato e não de relações como nós. Por esta condição de seres de relações, de seres sociais que fazem a própria história, está nas mãos da humanidade a possibilidade de romper com as relações opressivas de produção que se apresentam como um empecilho à humanização do humano.Paulo Freire chama a conscientização de compromisso histórico, pois implica no nosso.
Assim é que cada relação dos seres humanos com a realidade apresenta-se como um desafio ao qual precisa ser respondido de maneira original, pois não há modelo típico de resposta, senão tantas respostas quantos são os desafios, logo a resposta que cada um de nós dá a um desafio não transforma apenas a realidade com a qual nos confrontamos, mas a nós mesmos, cada vez mais e sempre de modo diferente.




quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Resumo


No livro “conscientização” de Paulo Freire começa com uma breve exposição sobre a vida e a historia do autor.
O homem e sua experiência, sua formação e dedicação ao direito à educação de todos. Sua prisão sob acusação de subversão e comunismo. Seu trabalho no Nordeste, região mais pobre do país, métodos de alfabetização em massa, círculos de cultura.
No Chile, alfabetização de adultos, a ideologia da democracia – cristã, com finalidade de promover a participação efetiva da vida em sociedade. O Chile superou o problema do analfabetismo.


Alfabetização e conscientização


O homem é capaz de tomar distância para observar a “práxis humana”, ação e reflexão juntas.
Tomar consciência ainda não é conscientização. Passar da apreensão espontânea da realidade e chegarmos à esfera critica e a um objeto cognoscível, o homem assume uma posição epistemológica que transforma o homem e cria a existência com o material que a vida lhes oferece.
Conscientização e utopia, ser utópico significa ser profético e portador de esperança; se nos conscientizamos passamos a ser anunciadores e denunciadores graças ao compromisso de transformação, de tomar posse da realidade.
Quanto mais refletimos sobre a realidade mais “homens” seremos.

Ideias – Força

                1)    Educação – Reflexão, sem isso há risco de reduzir o homem a condição de objeto;
         2)    Homem como sujeito, promover sua construção, não domestica-lo, adapta-lo ou submete-lo à educação;
               3)    A reflexão e o compromisso de construir a si mesmo, para si e para os outros: desafio do homem;     
                  4)    Criar cultura: fruto da experiência humana
                  5)    O homem é fazedor de história: novos valores que se opõe aos de ontem, uma nova formulação e captação de temas em processo de realização;
                  6)    Educação em sintonia com o homem para construir e transformar o mundo.


A conscientização é o primeiro objetivo da educação, provoca crítica, reflexão e ação. É um erro tratar conscientização como preliminar da educação.

domingo, 25 de outubro de 2015

Resumo da aula de didática do dia 19/10

Amanda Larissa de Almeida

Continuamos a falar sobre Pedagogia da Autonomia e aprender mais sobre os ensinamentos de Paulo Freire. Nós licenciandos, mediados pela professora e baseando na obra Pedagogia e Autonomia, identificamos alguns princípios importantes no exercício da pedagogia. Sendo eles:

·         Identificação e respeito à realidade sociocultural do aluno.
·         O Ensino é um processo de construção de conhecimento.
·         A construção do conhecimento é um processo de mediação entre sujeitos.
·         A prática docente é uma ação politica, critica e reflexiva.
·         Educar deve se ancorar na inconclusão humana e, por isso, aprender deve ser possibilidade plena.
·         O processo de ensino e aprendizagem é uma via de mão dupla: Ao se ensinar aprende e ao se aprender ensina.
·         O ensinar exige: Competências, conhecimentos e habilidades relacionadas à pesquisa.

Baseados nestes princípios, paramos para refletir e compartilhar situações no dia a dia da faculdade ou escola que se encaixassem dentro desses princípios. Foi bem interessante, principalmente perceber que lidamos com tais princípios a todo mundo, ou seja, eles fazem parte no nosso ser/atuar em relação à educação.
Optei por exemplificar um fato que ocorreu no Pibid e que eu tinha toda a teoria, planejei uma atividade, imaginei os resultados e etc. Mas na prática e diante ao desempenho dos alunos ocorreu de forma bem diferente; não que não tenha dado certo ou foi ruim, pelo contrário, foi um momento de reflexão e aprendizado, além de perceber o quanto a teoria interligada a prática é necessária e nos forma enquanto professores.

sábado, 24 de outubro de 2015



III Seminário de Inclusão da UNIFEI 2015
Conferência de Abertura – 21 de outubro
“Inclusão: Desafios e possibilidades no cotidiano docente”
Palestrante: Profa. Dra. Elisa Ferreira Silva de Alcântara

             Vivemos em uma sociedade plural, somos todos iguais e somos todos diferentes e devemos sempre ter um olhar humanizado sobre as questões de nosso tempo. As ideias construídas ao longo dos anos e tidas como “normais” precisam ser ressignificadas, pois causam a exclusão. Cabe ao educador ser o agente transformador que cria oportunidades para a construção de um ambiente escolar inclusivo e capaz de potencializar o sujeito.
            Segundo a Profa. Eliza a profissão professor é uma poderosa arma capaz de interferir nos processos sociais, na medida em que existem possibilidades de diálogos e compartilhamento de conhecimentos, enquanto docentes podemos tecer novos caminhos, sonhar e acreditar que a educação é transformadora, uma profissão privilégiada.
           Para ela, se o educador realiza seu trabalho de forma respeitosa já esta proporcionando a inclusão, ensinar pelo exemplo, ser modelo culto e ético. 


Aula de Didática realizada em 19 de outubro de 2015

Professora: Rita Stano

Tema: A dinâmica da aula precisa se adequar  aos princípios da autonomia.

1- Identificação e respeito à realidade sócio – cultural do aluno.
2- O ensino é um processo de construção do conhecimento.
3- A construção do conhecimento é um processo de mediação entre sujeitos.
3- A prática docente é uma ação política, critica e reflexiva.
4- Educar deve se ancorar na inconclusão humana e, por isso, torna-se possibilidade dupla.
5- O processo ensino – aprendizagem é uma via de mão dupla, ao se ensinar se aprende e ao se aprender se ensina.

6- Ensinar exige competências, habilidades e conhecimentos relacionados a pesquisa.